Alunos do sétimo período realizam visita técnica

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Alunos atentos à fala do professor Claudio Silva, durante visita técnica.

Os alunos do sétimo período do curso de Produção Editorial da Universidade Anhembi Morumbi realizaram, no dia 29 de março, visita técnica à Pancrom – Indústria Gráfica, referência na área de impressão de alta qualidade e projetos especiais.

A iniciativa da visita à gráfica, que está perto de completar setenta anos de atividades, partiu do professor do curso Élcio Sartori, que acompanhou a visita junto ao professor Claudio Silva, da Pancrom, fazendo as ligações com os conteúdos vistos em sala de aula pela turma. Segundo o professor Élcio, “visitas monitoradas à gráficas são importantes para os alunos verem de perto o fluxograma da produção. Estas vivências elucidam importantes aspectos, que complementam o que foi visto em sala de aula”.

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Nossos agradecimentos à Pancrom e particularmente ao professor Claudio, que tão bem nos acolheu.

Conheça o porfólio e o vídeo institucional da Pancrom.

Guia do Estudante avalia com quatro estrelas o curso de Produção Editorial

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Pelo quarto ano consecutivo, o curso de Produção Editorial recebe quatro estrelas do GE.

A notícia da semana é a avaliação do Guia do Estudante, tradicional publicação da Editora Abril. O curso de Produção Editorial recebeu nesta avaliação quatro estrelas, o que demonstra o empenho de alunos e professores na construção de um curso de excelência.

Professor Chico Bicudo recebe prêmio de excelência

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Professor Francisco Bicudo e Professor Luiz Alberto de Farias, diretor da Escola de Comunicação e Educação da Anhembi Morumbi.

O professor Francisco Bicudo, docente dos cursos de Jornalismo e de Produção Editorial da Universidade Anhembi Morumbi recebeu, no último dia 2 de agosto, o XII Prêmio Excelência Profissional Acadêmica. O professor foi um dos 19 docentes premiados na data, que abre os trabalhos acadêmicos do segundo semestre de 2016.

O prêmio tradicionalmente valoriza os professores que mais se destacaram no primeiro semestre deste ano, segundo vários quesitos objetivos e mensuráveis. Parabéns ao professor Chico por mais essa conquista.

 

Círculo das Artes agora atua também como editora colaborativa

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A Círculo das Artes lançará em agosto, no modelo colaborativo, a obra Intimidade, de Alexandre Tavares.

A Círculo das Artes editora, iniciativa de Elis Nunes (egressa do curso de Produção Editorial), funciona desde janeiro de 2016 e abre um espaço totalmente novo e dedicado a um inovador modelo de negócios: o colaborativo.

O formato foi baseado no crowdfunding, na qual várias pessoas apoiam um projeto, seja por meio de doações ou outras formas financeiras, mas com um toque a mais: na editora, diversos profissionais e escritores se apoiam mutualmente por meio de suas especialidades.

Desde sempre, autores que publicam seus livros em editoras tradicionais recebem sua bonificação em forma de royalties, em torno de 10%, mas os profissionais que atuam na produção, como revisores e designers, ganham sempre por projeto; já no novo formato, todos – incluindo distribuidoras, lojas e todos os envolvidos na façanha do livro – recebem por royalties ou participação dos lucros.

A Círculo das Artes tem fechado parcerias constantemente com outras empresas para esse projeto sair do papel, entre elas estão a i-Supply, que imprime e distribui os livros nas principais lojas virtuais do país sem a necessidade de estoque, a BookWire, distribuindo globalmente os livros digitais, Livraria da Vila que cede o espaço para os eventos de lançamento dos livros, entre outras.

Com a atual crise financeira no país, na qual muitas editoras têm fechado suas portas ou demitido centenas de funcionários, a Círculo das Artes passa a ser uma solução para esses profissionais que ficaram sem direção, uma vez que o mercado editorial é bem pequeno e está sofrendo de todos os lados. É também uma alternativa para outro aspecto bastante triste no país: o autor nacional muitas vezes é negado dentro dessas casas publicadoras ou precisa desembolsar valores grandes para ter suas obras publicadas.

O novo modelo de negócios é também uma aposta e um incentivo para que a sociedade brasileira tenha mais contato com a literatura nacional, descobrir novos autores e artistas, uma vez que considera os profissionais envolvidos como coautores de cada obra em que participam. Portanto, a Círculo das Artes está sempre buscando expandir seus horizontes e está aberta a qualquer proposta que possa auxiliar nesse cenário.

E também, diferente do departamento colaborativo, a editora oferece um leque de soluções bastante amplo que atua em diversas direções: para empresas, autores, profissionais e todos aqueles que precisam de um canal para publicação em geral.

Como a editora conta com diversos profissionais, também pode oferecer diversos serviços, dessa forma empresas ou pessoas que precisam de algum material, seja ele institucional, educacional e etc., pode encontrar na Círculo das Artes uma saída bastante viável e prática.

A Círculo das Artes também acredita no home office, portanto, todos os membros de sua equipe trabalham a distância e não precisam ser necessariamente de São Paulo.

Para saber mais, acesse o site www.circulodasartes.com.br
Atendimento: segunda a sexta, das 14h às 20h
E-mail: contato@circulodasartes.com.br

Jorge Luis Borges e a homenagem à leitura

Por Fabio Silvestre Cardoso

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O escritor argentino Jorge Luis Borges

Na semana em que se comemorou o Bloomsday, dia instituído no mundo inteiro para homenagear Leopold Bloom (protagonista de “Ulysses”, de James Joyce), outro gigante da literatura universal merece destaque: Jorge Luis Borges. Assim como não é possível falar da Irlanda sem falar de James Joyce, não é possível citar a Argentina sem pensar em Jorge Luis Borges, cuja morte aconteceu em 14 de junho de 1986.

Poderíamos citar aqui a importância de Jorge Luis Borges para o conto; para a literatura fantástica; e até mesmo para a importância dos clássicos. Borges é realmente importante por tudo isso, e se converteu ele mesmo em um autor clássico, conforme destacam críticos como Harold Bloom e Alberto Manguel, este último um escritor que também capturou com precisão a influência de Borges para a sua própria obra (vale a pena ler “Uma história da leitura”, de Manguel, editado no Brasil pela Companhia das Letras).

“Sempre pensei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca” – Jorge Luis Borges.

As homenagens a Jorge Luis Borges colocam em realce o seu talento como escritor, tendo sido o autor de obras como “O Aleph”; “Ficções” (coletâneas de contos); e “Elogio da Sombra”; “O outro o mesmo” (poesia); e de “Nove Ensaios Dantescos & A memória de Shakespeare” (ensaio), entre outros livros. O que nem sempre é mencionado é o fato de Borges ter sido diretor da Biblioteca Nacional na Argentina, e menos ainda de ter sido premiado em 1961 com o Fomentor Prize, também conhecido Prêmio Internacional de Editores.

E, com efeito, o que distingue Borges de outros autores clássicos é seu apreço pelo universo dos livros e da leitura. Enquanto romancistas e poetas dedicaram suas obras para reinventar gêneros literários ou, ainda, para enfrentar dilemas existenciais de suas respectivas gerações, Borges sempre perseguiu um mundo ideal, que, para ele, estava calcado sempre no exercício da leitura.

“Sempre pensei que o paraíso fosse uma espécie de biblioteca”, disse Borges. E talvez para quem não consiga conceber um mundo sem livros essa afirmação seja a mais perfeita tradução da verdade.


Fabio Silvestre Cardoso é doutorando em Comunicação e Cultura pelo PROLAM/USP, mestre em Comunicação Social pela Universidade Anhembi Morumbi (2012), especialista em Política Internacional pela Fundação Escola de Sociologia e Política (2004) e jornalista de formação (2002). É professor de Comunicação Social, nos cursos de Jornalismo, Relações Públicas e Produção Editorial.

Professor Chico Bicudo lança suas Crônicas Boleiras

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Luiz Vicente, Francisco Bicudo e Mayara Facchini. Lançamento aconteceu no bar São Cristóvão, em São Paulo.

Fanático por futebol e pelo seu Santos, o nosso querido professor Francisco Bicudo lançou no último sábado, dia 21, sua mais recente obra. Trata-se do livro Crônicas Boleiras, publicado pela Chiado Editora e que sai simultaneamente no Brasil e em Portugal.

É o quarto livro publicado por Francisco, ou melhor, pelo Chico, como é mais conhecido nos cursos de Jornalismo e Produção Editorial da Universidade Anhembi Morumbi, onde trabalha. Além de Crônicas Boleiras, publicou Caros Amigos e o resgate da imprensa alternativa no Brasil (Editora AnnaBlume, 2004), Saúde – exercício da vida (Editora Salesiana, 2009) e Memórias de uma Copa do Mundo no Brasil, também publicado pela Chiado Editora em 2014. Na Chiado, os livros de Francisco Bicudo foram editados por Mayara Facchini, ex-aluna do curso de Produção Editorial da Anhembi Morumbi.